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Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito no Médio Oriente

Desconto no ISP sobre o gasóleo sofre redução de 1,5 cêntimos na próxima semana

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Desconto no ISP sobre o gasóleo sofre redução de 1,5 cêntimos na próxima semana

O Governo determinou uma redução, em 1,5 cêntimos, do desconto extraordinário do ISP sobre o gasóleo, conservando o valor do desconto na gasolina sem chumbo. Decisão adotada face à expectativa de recuo do preço daquele combustível. Em Ormuz, pelo menos dois navios terão sido atingidos por disparos quando tentavam cruzar o estreito, após o Irão ter anunciado que voltou a fechar a rota. Acompanhamos aqui, ao minuto, o evoluir da situação.

Inês Moreira Santos, Carlos Santos Neves - RTP /


Andreia Custódio - RTP

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RTP /

Avanços e recuos do conflito ditam subidas e descidas do petróleo

Com avanços e recuos no conflito do Médio Oriente, os preços do petróleo variam entre subidas e descidas.

Na sexta-feira, após o anúncio da abertura do Estreito de Ormuz, verificou-se uma queda a pique dos valores. O Irão voltou, todavia, a encerrar a rota.

Ainda assim, em Portugal, O Governo decidiu aproveitar a maior descida do preço do petróleo desde o início da guerra para reduzir o desconto do ISP sobre o gasóleo.

O preço do gasóleo desce, assim, 11,5 cêntimos, em vez dos anunciados 13 cêntimos.

No caso da gasolina, o Governo decidiu não mexer no desconto, o que quer dizer que o preço por litro cai três cêntimos.
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RTP /

Cessar-fogo entre Estados Unidos e Irão pode terminar dentro de dias

O alerta é deixado por Donald Trump, que admite o fim da trégua, já na próxima quarta-feira, caso não seja alcançado um acordo final.

A trégua é frágil e o novo anúncio de encerramento do Estreito de Ormuz pode precipitar o regresso aos combates.
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Sul do Líbano
RTP /

Macron anuncia morte de soldado francês ao serviço da FINUL

O presidente francês anunciou a morte de um efetivo militar do seu país ao serviço da missão das Nações Unidas no sul do Líbano. Outros três soldados franceses sofreram ferimentos. O Eliseu aponta o dedo ao Hezbollah.

"O sargento-mor Florian Montorio, do 17.º Regimento de Engenheiros Paraquedistas em Montauban, foi morto esta manhã no sul do Líbano durante um ataque contra a UNIFIL", lê-se numa publicação de Emmanuel Macron na rede social X..

"Três dos seus camaradas ficaram feridos e foram retirados", acrescenta o chefe de Estado francês.


"A nação presta as suas homenagens e expressa apoio às famílias de nossos soldados e a todos os nossos militares comprometidos com a paz no Líbano", escreve ainda Macron.

"Tudo indica que o Hezbollah é o responsável por este ataque. A França exige que as autoridades libanesas prendam imediatamente os responsáveis ​​e assumam a responsabilidade juntamente com a FINUL", remata.

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Portaria do Governo
RTP /

Desconto no ISP sobre o gasóleo sofre redução

O Governo decidiu reduzir em 1,5 cêntimos o desconto extraordinário do ISP sobre o gasóleo, mantendo inalterado o desconto no imposto sobre a gasolina sem chumbo, na ordem dos 4,6 cêntimos.

"Face à perspetiva de que na próxima semana se irá registar uma descida significativa do preço do gasóleo rodoviário e uma ligeira redução do preço da gasolina sem chumbo, o Governo decidiu ajustar o desconto extraordinário e temporário no ISP (Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos) em vigor aplicável ao gasóleo mantendo o valor do desconto aplicável à gasolina sem chumbo", lê-se em portaria publicada em suplemento do Diário da República, na noite de sexta-feira.

Nos termos da portaria, "a taxa do ISP aplicável, no continente, ao gasóleo (...) é fixada no valor de 293,21 euros por 1000 l", ao passo que a "taxa do ISP aplicável, no continente, à gasolina com teor de chumbo igual ou inferior a 0,013 g por litro, (...) , é fixada no valor de 451,68 euros por 1000 l".
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Ponto de situação
RTP /

Estreito de Ormuz. Navios atingidos após Irão encerrar rota

  • Pelo menos dois navios mercantes terão sido atingidos por disparos quando procuravam cruzar o Estreito de Ormuz, pouco depois de o Irão ter anunciado um novo encerramento da rota. Um dos navios visados pela Guarda Revolucionária do Irão era um petroleiro britânico;


  • A Organização Mundial de Agricultores prevê uma descida da produção de alimentos em 2027 de até 15 por cento, caso não seja reposto de forma estável o comércio de fertilizantes. O presidente da organização, Arnold Puech d'Alissac, destacou, em entrevista à agência EFE, que o impacto da crise está a ser “muito desigual”, em função das zonas;


  • O ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Hakan Fidan, acusou, no Fórum Diplomático de Antalya, Israel de usar a segurança como pretexto para adquirir "mais território". “Israel não está preocupada com a própria segurança, Israel está a tentar conquistar mais território”, disse, citado pela AFP;


  • O Irão anunciou que voltou a encerrar o Estreito de Ormuz, menos de 24 horas depois de anunciar a reabertura da rota, devido ao bloqueio norte-americano aos portos iranianos. A Guarda Revolucionária do Irão declarou que o controlo do estreito "voltou ao seu estado anterior";


  • Em comunicado divulgado pelos media iranianos, o comando operacional das Forças Armadas iranianas, Khatam Al-Anbiya, descreveu o bloqueio norte-americano em curso como "pirataria". "Por esse motivo, o controlo do Estreito de Ormuz voltou ao seu estado anterior e essa via navegável estratégica está sob a estrita gestão e controlo das Forças Armadas";


  • O presidente dos Estados Unidos avisa que o cessar-fogo com o Irão pode terminar na próxima quarta-feira se não for alcançado um acordo. Donald Trump afirmou ter recebido boas notícias, mas deixa a ameaça de novos ataques. "Talvez não o prolongue [ao cessar-fogo]. Mas o bloqueio vai continua. Há um bloqueio e, infelizmente, teremos de voltar a lançar bombas", aventou.
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RTP /

Navio-tanque atingido pela Guarda Revolucionária Islâmica

A UK Maritime Trade Operations (UKMTO) denunciou o relato de um ataque a um navio-tanque perto do Estreito de Ormuz por duas lanchas pertencentes à Guarda Revolucionária Islâmica do Irão.

O incidente ocorreu a 20 milhas náuticas a nordeste de Omã, informou a UKMTO, acrescentando que o capitão do petroleiro relatou que as duas lanchas abriram fogo sem emitir um aviso por rádio.

"A UKMTO recebeu um relatório de um incidente a 20 milhas náuticas a nordeste de Omã", lê-se no comunicado.

O petroleiro e a tripulação estão a salvo. As autoridades britânicas estão a investigar.
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RTP /

Organização Mundial de Agricultores prevê queda da produção se conflito se prolongar

A Organização Mundial de Agricultores prevê uma descida da produção de alimentos em 2027 de até 15 por cento se não for restabelecido de forma estável o comércio de fertilizantes, alterado pelo conflito no Médio Oriente e a escassez de alternativas. O presidente da organização, Arnold Puech d'Alissac, destacou, em entrevista à agência EFE, que o impacto da crise está a ser “muito desigual”, em função das zonas.
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RTP /

Colômbia pede que mundo aproveite processo de paz para deixar petróleo

O presidente da Colômbia defendeu que o mundo deve aproveitar o início de um processo de paz no Irão para “deixar o petróleo”, considerando que é a razão por detrás das atuais tensões mundiais.
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RTP /

Primeiro-ministro paquistanês termina viagem diplomática confiante no diálogo

"Saio de Antália (Turquia) com uma determinação renovada […] para prosseguir a nossa estreita cooperação no sentido de promover o diálogo e a diplomacia para uma paz e uma estabilidade duradouras na região", escreveu na rede social X Shehbaz Sharif, que esteve também na Arábia Saudita e no Qatar.
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RTP /

Navios mercantes atingidos no Estreito de Ormuz

De acordo com relatos à Reuters, pelo menos dois navios mercantes terão sido atingidos por disparos enquanto tentavam atravessar o Estreito de Ormuz hoje. A informação foi confirmada por três fontes ligadas à segurança marítima e ao setor de transportes, segundo a agência de notícias.
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Turquia acusa Israel de usar segurança como desculpa para conseguir "mais território"

O ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Hakan Fidan, acusou no Fórum Diplomático de Antalya que Israel estará a usar a segurança como pretexto para adquirir "mais território".

“Israel não está preocupada com a própria segurança, Israel está a tentar conquistar mais território”, disse na conferência anual sobre diplomacia internacional na cidade turística turca de Antalya, informou a AFP.

“O governo Netanyahu está a usar a segurança como desculpa para ocupar mais território”, acrescentou, referindo-se ao primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

“Israel precisa de saber que a única maneira de viver em paz na região (...) é deixar que os outros países desfrutem da sua própria segurança, integridade territorial e liberdade, e não usar o poder sobre esses países".

A Turquia, membro da NATO e vizinha do Irão, posicionou-se como um potencial mediador-chave no conflito do Médio Oriente, mas a retórica, por vezes intensa, contra Israel, levantou dúvidas sobre sua capacidade de permanecer neutra.
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Irão voltou a encerrar Estreito de Ormuz devido ao bloqueio norte-americano

O Irão afirma que voltou a encerrar o Estreito de Ormuz, menos de 24 horas depois de anunciar a reabertura da rota, devido ao bloqueio norte-americano aos portos iranianos.

A Guarda Revolucionária do Irão declarou que o controlo do Estreito de Ormuz "voltou ao seu estado anterior", face à disputa contínua com os EUA sobre o bloqueio naval aos portos iranianos.

Num comunicado divulgado pelos media iranianos, o comando operacional das Forças Armadas iranianas, Khatam Al-Anbiya, descreveu o bloqueio norte-americano em curso como "pirataria".

"Por esse motivo, o controlo do Estreito de Ormuz voltou ao seu estado anterior, e essa via navegável estratégica está sob a estrita gestão e controlo das forças armadas".

“Enquanto os EUA não restabelecerem a completa liberdade de navegação para embarcações de origem iraniana (...) a situação no Estreito de Ormuz permanecerá estritamente controlada e no seu estado anterior".
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RTP /

Queda dos preços do petróleo após reabertura do Estreito de Ormuz

A bolsa de Nova Iorque encerrou em alta, atingindo novos máximos históricos. A reabertura do Estreito de Ormuz provocou uma queda a pique imediata nos preços do petróleo.

O Brent, referência para Portugal, estava a negociar nos 95 dólares por barril, antes de ser conhecida a decisão de reabrir o estreito. E, assim que a decisão foi divulgada, o preço desceu para os 89 dólares por barril.

A cotação manteve-se em torno dos 88 dólares, ao longo da tarde, com algumas oscilações.
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Trump não cede apesar de ameaças do Irão

O Irão ameaça fechar novamente o Estreito de Ormuz mas Donald Trump garante que o bloqueio norte-americano aos portos iranianos vai continuar.
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Cessar-fogo em risco. Trump admite voltar a bombardear o Irão

Donald Trump avisa que o cessar-fogo com o Irão pode terminar na próxima quarta-feira se não for alcançado um acordo. O presidente norte-americano afirma ter recebido boas notícias, mas deixa a ameaça de novos ataques.

"Talvez não o prolongue [ao cessar-fogo]. Mas o bloqueio vai continuar", afirmou aos jornalistas.

"Há um bloqueio e, infelizmente, teremos de voltar a lançar bombas".
As conversações vão continuar, este fim de semana, e deverá haver uma nova ronda na segunda-feira, no Paquistão.
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Espaço aéreo iraniano parcialmente reaberto a voos internacionais

Após sete semanas fechados devido ao conflito com os Estados Unidos e Israel, "os corredores aéreos na região leste do país estão abertos para voos internacionais", segundo a Autoridade de Aviação Civil do Irão.
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Trump diz que Xi está "muito satisfeito" com reabertura de Estreito de Ormuz

"O Presidente Xi está muito satisfeito com o facto de o estreito de Ormuz estar aberto ou em rápida abertura", escreveu Trump numa publicação na rede Truth Social, da qual é proprietário.
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Tóquio promete "todas as medidas possíveis" em relação a Ormuz

Após Londres ter anunciado a criação de uma missão defensiva multinacional para restaurar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz, a primeira-ministra japonesa reiterou o compromisso de adotar "todas as medidas possíveis ao alcance" de Tóquio.

"O Japão continuará a trabalhar em estreita colaboração com a comunidade internacional, incluindo os países e organizações internacionais envolvidos, e mantém o compromisso de adotar todas as medidas possíveis ao seu alcance", disse Sanae Takaichi numa reunião virtual de líderes sobre a navegação no estreito de Ormuz, organizada na sexta-feira por França e Reino Unido.

Takaichi expressou reconhecimento pelas iniciativas empreendidas por Paris e Londres, enfatizando que "é fundamental" que a estabilidade seja restabelecida na passagem estratégica "o mais rapidamente possível" e que seja garantida a liberdade e a segurança de navegação para os navios de todos os países.

"Continua a ser uma prioridade urgente", acrescentou.

C/Lusa
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EUA prorrogam suspensão da maioria das sanções contra petróleo russo

Washington prorrogou a suspensão da maioria das sanções contra a indústria petrolífera russa, numa decisão que surge num momento em que a retoma do tráfego no estreito de Ormuz está a provocar a queda nos preços do petróleo. Decisão norte-americana, em vigor a partir de hoje e até 16 de maio, que diz respeito a todas as operações relacionadas com o embarque e a entrega de petróleo proveniente da Rússia, e aplica-se igualmente à chamada "frota fantasma russa" - embarcações clandestinas que permitem a Moscovo exportar petróleo e contornar as sanções ocidentais.
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Ponto de situação

  • O Irão diz que voltará a fechar o Estreito de Ormuz se os Estados Unidos não levantarem o bloqueio. O aviso veio do próprio presidente da República Islâmica;

  • O presidente norte-americano, Donald Trump, insistiu que o urânio enriquecido armazenado pelo Irão seria "transferido para os Estados Unidos", pouco depois de ter indicado que um acordo com Teerão para travar a guerra está muito próximo;

  • O presidente do parlamento iraniano afirmou que as negociações com os Estados Unidos já não estão centradas na questão nuclear mas no fim da guerra e num quadro mais amplo de questões regionais;

  • declarações e esclarecimentos de ambos os lados deixaram incertezas sobre a rapidez com que o transporte marítimo poderia voltar ao normal, e algumas embarcações puderam ser observadas a fazer tentativas frustradas de cruzar o estreito na sexta-feira antes de retornarem;

  • Trump afirmou que o bloqueio dos EUA aos navios que navegam para portos iranianos permanecerá em vigor até que "nossa transação com o Irão esteja 100 por cento concluída".
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